Notícias

Voltar

Potencial de clones RB chama atenção

09.05.2017

UFPR mostra resultados de trabalho e participantes avaliam desempenho de materiais que devem ser disponibilizados em breve para as usinas do PR

Com o objetivo de acompanhar os resultados dos trabalhos de pesquisa desenvolvidos em cana-de-açúcar, cerca de 130 profissionais das 25 usinas e destilarias paranaenses, além de pesquisadores e professores, participaram do tradicional Dia de Campo do Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar da Universidade Federal do Paraná (PMGCA/UFPR), ligada a Rede Interuniversitária para Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa).

O evento foi realizado nos dias 22 e 23 de março, na Estação Experimental de Paranavaí, e além de acompanhar várias palestras, os participantes puderam avaliar o desempenho de diversos clones promissores já em Fase Experimental (FE) das séries RB04, RB05, RB06, RB07, RB08, do programa tradicional de melhoramento, em que um clone necessitava de doze anos para ser liberado; e dos clones potenciais das séries RB10, RB11, RB12 e RB13, selecionados pelo Sistema Tapetinho, criado pelo PMGCA/UFPR e, que com quatro a sete anos, já estão em fase de experimentação.

De um modo geral, os diversos materiais RB precoces, médios e tardios e com indicação para os vários ambientes de produção, têm se destacado em produtividade, riqueza de açúcar e sanidade, entre outras características desejáveis, chamando a atenção de todos os participantes.

Foram apresentados ainda clones potenciais destinados à produção de biomassa, que vêm obtendo excelentes resultados nos experimentos. São matérias mais rústicos, ideais para ambientes mais restritivos, com um sistema radicular mais agressivo, maior longevidade e alta produtividade, chegando a 270 a 300 toneladas por hectare, sendo apontados como uma opção para colheita no início ou final da safra.

Segundo o professor titular Edelclaiton Daros, o grande desafio do momento é produzir não só uma cana rica em açúcar, mas também em fibra, dado o interesse crescente pela produção de biomassa da cana, para geração de energia e obtenção de etanol de segunda geração. As pesquisas com a cana energia são desenvolvidas na Estação Experimental da UFPR, em Paranavaí, desde 2010.

Destacado como modelo dentro da Ridesa, o PMGCA/UFPR só se tornou possível graças à parceria com o setor sucroenergético, que permitiu avaliar os materiais em sete diferentes ambientes de seleção, à capacidade de pesquisa da equipe e à participação de todos, ressaltou Daros. Além das duas Estações Experimentais de Bandeirantes e Paranavaí, há mais cinco subestações, somando cerca de 500 hectares para pesquisa, nas usinas de Alto Alegre, Santa Terezinha/Iguatemi/Ivaté, Bandeirantes e Melhoramentos.

Sem compactação, raiz vai longe

Um experimento que está sendo feito no Laboratório de Rizotron, na Estação Experimental de Paranavaí, que avalia o comportamento do sistema radicular das espécies Saccharum SPP, Saccharum Robustum e os clones oriundos destes cruzamentos, chamados de biomassa tipo I, além de variedades liberadas, chamou a atenção dos participantes do evento pelo tamanho das raízes, que já superaram os 2,2 metros.

“O normal é a raiz da cana se desenvolver em profundidade e não ficar restrita nos primeiros 20 cm. Se isto ocorrer nas lavouras é porque o solo está com problemas, provavelmente compactado”, afirmou o professor titular da UFPR, Edelclaiton Daros.

O trabalho começou em junho do ano passado e deve ser conduzido por cinco cortes. O objetivo é avaliar a relação do sistema radicular com a parte aérea da planta das diferentes espécies de cana e dos seus cruzamentos e estudar a capacidade de a planta emitir raiz.

“A cada corte da cana-de-açúcar se forma um novo sistema radicular. É espetacular o volume de matéria orgânica que a cana deixa no solo, jogando em profundidade. Se a raiz se desenvolver corretamente, sem impedimento no solo, é impossível o arranquio de soqueira”, ressaltou Daros.


DIA DE CAMPO

Plantio na época certa dá melhor resultado

É preciso manejar de maneira a aproveitar as condições ideais do tempo para crescer fortemente no período inicial, com reflexos positivos em todo o ciclo

Atualmente, por conta de uma série de situações e dificuldades, planta-se cana-de-açúcar praticamente o ano todo, mesmo fora do período recomendado como ideal. Para avaliar a influência do plantio feito na época errada, o agrometeorologista Renã Araújo, doutorando na área de Produção Vegetal/Agronomia pela UFPR, analisou os dados de um trabalho de pesquisa instalado na Estação Experimental de Paranavaí.

O agrometeorologista diz que foi possível observar uma grande diferença no desenvolvimento das lavouras plantadas fora do período ideal, que varia dependendo da maturação de cada material. Há duas épocas de plantio: as plantadas de fevereiro a abril, as canas de ano e meio, e as plantadas de setembro a novembro, as chamadas cana de ano.

“É preciso evitar o período de maio a agosto, onde o clima não é propício para o desenvolvimento inicial da cana”, afirma Edelclaiton Daros, professor titular da UFPR. Ele explica que nestes meses, normalmente, há falta de chuvas e a temperatura e radiação não são as ideais para a cana crescer.

Afora a perda de rendimento que naturalmente ocorre, a demora na germinação da planta e no seu desenvolvimento, até o fechamento da lavoura, torna as plantas mais suscetíveis ao ataque de pragas e doenças, além do mato-competição.

O resultado, ressalta Daros, são reduções acentuadas na produtividade da lavoura já no primeiro ano, e que podem ser potencializadas na cana soca, diminuindo consideravelmente a média geral e antecipando a reforma do canavial. “É preciso manejar de maneira a aproveitar as condições ideais do tempo para crescer fortemente neste período inicial, com reflexos positivos em todo o ciclo”, finaliza.

Sulco deve ser raso e de base reta

Uma área demonstrativa montada na Estação Experimental de Paranavaí, com trabalho mostrando diferentes profundidades de plantio e altura de cobrição do tolete - 5 cm, 10, 20 e 30 cm -, aponta como estes fatores influem fortemente na germinação da planta, no seu desenvolvimento, no número de perfilhos e na produtividade da lavoura.

“Houve uma variação de 15 para 33 perfilhos só considerando o efeito da camada de terra em cima do tolete e a diferença no desenvolvimento é visível. É preciso rever o desenho do sulco de plantio, feito de forma profunda e que compromete o perfilhamento da cana”, afirma o engenheiro agrônomo e professor doutor da UFPR, Heroldo Weber.

Normalmente, as usinas plantam com 20 a 30 centímetros de profundidade de cobrição. Isso faz com que a planta demore a germinar e a perfilhar, com prejuízo enorme para a cana-planta.

A recomendação, diz Weber, é fazer o plantio com cinco a 10 centímetros de profundidade, com sulco raso de base reta, e fazer um bom manejo de solo, diminuindo a compactação. “É assustador o impacto mecanização do solo e as operações de preparo e subsolagem não atendem a necessidade”, alerta.

O professor doutor acrescenta que se for feito um plantio raso, com bom manejo de solo, que permita que a raiz da cana se desenvolva normalmente, o produtor não terá problema com arranquio da cana na colheita. “Só arranca se não tiver sistema radicular”.


DIA DE CAMPO

Clima não ajudou

Em oito dos 12 meses do ano passado, as condições climáticas na região canavieira do Paraná não foram propícias para o desenvolvimento da cana

Em 2016, em oito dos 12 meses do ano, as condições climáticas na região canavieira do Noroeste do Paraná, considerando temperatura, radiação e balanço hídrico, não foram propícias para o desenvolvimento da cana-de-açúcar. Isso além de boa parte da área de cana-de-açúcar ser cultivada em solos de baixa fertilidade, dos problemas de compactação crescentes e do canavial estar envelhecido. O resultado desse cenário foram as baixas produtividades alcançadas na última safra, 2016/17, as menores dos últimos anos.

Segundo o agrometeorologista Renã Araújo, doutorando na área de Produção Vegetal/Agronomia pela UFPR, no início de 2016, ainda sob influência do El Niño, houve um excesso de chuva na região, mas faltaram radiação e temperatura propícias. Na maior parte do segundo semestre, teve luz e temperatura, mas as chuvas acabaram ficando abaixo do ideal, além de ser distribuída de forma irregular.

Renã diz que a temperatura ideal para garantir um bom desenvolvimento da cultura da cana-de-açúcar é acima de 21ºC. Abaixo disso, o desenvolvimento é dificultado. Em 2016, só 31% dos dias no período de outono ficaram neste patamar, 42% dos dias de inverno, 85% na primavera e 100% no verão.

Já na faixa entre 15ºC e 21ºC, que não é uma temperatura ideal para o desenvolvimento da cana, 54% dos dias de outono ficaram nesta média, 48% dos dias de inverno e 15% da primavera. Do número total no ano, entretanto, 15% dos dias de outono e 10% dos de inverno ficaram abaixo dos 15ºC, quando o crescimento da cana paralisa totalmente.

No caso da radiação solar, a situação não foi muito diferente em 2016. A luz solar é fundamental para o desenvolvimento da cana e o ideal é que esta permaneça acima de 18 MegaJoules por dia (MJ dia-1). Abaixo disso, o crescimento da cana-de-açúcar é prejudicado. Entretanto, a radiação medida na Estação Experimental de Paranavaí apontou que somente 60% dos dias no verão ficaram no patamar ideal, número que na primavera foi de 70%, no outono, 22%, e no inverno, 35%.

Em dias nublados, há pouca ou nenhuma radiação, dependendo das nuvens existentes, diminuindo sensivelmente o ritmo de crescimento ou zerando. Os dias com radiação em torno de 10 a 18 MJ foram 32% do total no verão, 52% no outono, 47% no inverno e 21% na primavera. A condição pior de radiação, abaixo de 10 MJ, ainda foi registrada em 8% dos dias de verão, 26% do outono, 18% do inverno e 10% da primavera.

Produto biológico

Com a proposta de auxiliar no controle de pragas, dentro do sistema de manejo integrado da lavoura, a empresa Openeem desenvolveu na Estação Experimental de Paranavaí experimentos com um produto biológico, ainda em fase de registro, para controle da broca da cana e de nematoide, via tratamento dos toletes e aplicação foliar, com resultados visíveis no desenvolvimento da planta.

O produto tem também efeito bioestimulante e fitotônico que estimula o processo metabólico, melhora o enraizamento e torna a planta mais resistente. O produto é feito a partir de neem, árvore de origem indiana, de uso milenar, de onde são extraídos mais de 140 compostos. O portifólio da empresa possui produtos voltados para agricultura, pecuária, linha pet e humana.




DIA DE CAMPO

Uso de fungicida fará parte de manejo

Trabalhos mostram que todas variedades respondem com maior produtividade onde foi usado produto, devido ao controle de doenças de final de ciclo

“Não há como escapar. Em algum momento as usinas terão que usar fungicida”. A afirmação foi feita pelo professor titular da UFPR, Edelclaiton Daros durante o Dia de Campo do Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar da UFPR, citando o que ocorreu no caso das culturas de soja e milho. Há algum tempo nenhum produtor de soja ou milho se imaginava aplicando fungicida. Hoje não veem como não aplicar.

“Há materiais excelentes, que poderiam ter uma área significativa de plantio, mas, que foram perdidos por causa da ferrugem marrom ou alaranjada. Da mesma forma, há variedades representativas que hoje convivem bem com a doença, mas que em ano favorável à ferrugem, podem ter problemas”, afirma.

O problema, cita Daros, é que no Brasil não há um programa de pesquisa de fitopatologia em cana-de-açúcar. Só pesquisa com obtenção de variedade. “Em todo o país há poucos fitopatologistas que trabalham exclusivamente com a cultura da cana e não está havendo renovação. Os que estão chegando vão levar alguns anos para conhecer as características da cultura. Isso é preocupante. Não temos um programa nacional de pesquisa e o resultado são trabalhos isolados e, ás vezes, sem continuidade. A doença não espera”, alerta.

Segundo Daros, toda conjuntura existente deve levar as usinas a aplicarem fungicida. “Vamos ter que aprender a conviver com a doença. E se as variedades mais plantadas desenvolverem susceptibilidade?”, questiona, recomendando que os profissionais das usinas comecem aplicando fungicida em pequenos talhões, para aprender a lidar com o problema.

Com esses trabalhos seria possível também avaliar o custo benefício. “O uso do fungicida pode acabar controlando outras doenças de final de ciclo, resultando em ganhos de produtividade ainda maiores. Há mais de 40 fungos na natureza que podem estar reduzindo a produtividade e o produtor nem se dá conta disso”, explica o professor.

Em períodos mais secos, como no ano passado, a aplicação de fungicida pode fazer pouca ou nenhuma diferença, mesmo no caso de variedades mais sucessíveis. Como ocorreu no trabalho feito na Estação Experimental de Paranavaí, com as 30 variedades mais plantadas ao longo dos anos desde a década de 1970. Onde aplicou fungicida, os resultados foram semelhantes aos de onde não aplicou.

“Mas se o ano for propício à ferrugem, a situação pode fugir ao controle. Outros trabalhos mostraram que todas as variedades responderam com acréscimo de produtividade onde foi usado fungicida, devido ao controle de doenças de final de ciclo”, complementa Daros.

Tapetinho multiplica resultados

Se fosse adotado ainda o sistema tradicional de seleção de variedades no programa de melhoramento de cana-de-açúcar, o professor doutor Heroldo Weber, que conduz o trabalho na Estação Experimental de Paranavaí, diz que seriam necessários mais de 500 hectares para plantar de forma experimental o que está sendo feito hoje, em uma pequena área, com o método de seleção simplificada conhecido como tapetinho.

Fruto da tese de doutoramento de José Luiz Tavares de Mello, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, na época orientando do professor titular Edelclaiton Daros, da UFPR, o trabalho começou em 2010, com o uso de 800 mil seedlings da série RB10 e desses foram selecionados oito materiais que estão sendo testados nas unidades desde 2014. A partir de 2015, se consolidou como o único sistema de seleção de cana-de-açúcar utilizado pela UFPR, com as séries iniciando hoje com 6 milhões de seedlings. O sistema passou a ser adotado também por boa parte das universidades que participam da Ridesa.

Além de diminuir a área necessária, facilitar e simplificar a seleção e eliminar várias etapas do trabalho, reduzindo custos, o método ainda diminui o tempo normal de pesquisa para se lançar uma variedade nova de cana, de 13 anos para seis a oito, além de aumentar a eficiência, usando uma quantidade maior de sementes, e diminuir o risco de perder bons materiais, explicou Weber. O sistema considera que quanto mais cruzamentos, maior a chance de obter bons materiais e que os melhores já demonstram seu potencial desde o início.

DIA DE CAMPO

Adubação precisa ser revista

Faltam pesquisas específicas para os ambientes de produção de cana-de-açúcar no Paraná e adequadas padrão das variedades atual

“Não adianta ter variedades com alto potencial produtivo, sem um manejo correspondente. O padrão das variedades desde o inicio do programa mudou muito, mas a adubação continua sendo praticamente a mesma. E o pior, as pesquisas existentes foram desenvolvidas para outros tipos de ambientes de produção. O Paraná precisa rediscutir a adubação do canavial e desenvolver um projeto específico para o Estado”. A afirmação é do engenheiro agrônomo e professor doutor da UFPR, Heroldo Weber.

O agrônomo ressalta que faltam pesquisas sobre adubação específica para a cana-de-açúcar nas condições do Paraná. As recomendações feitas no Estado usam as tabelas elaboradas para a realidade do estado de São Paulo e feitas há muitos anos. “Hoje se trabalha com materiais completamente diferentes, mais produtivos e exigentes em adubação. E temos condições de solo e clima que precisam ser considerados, especialmente nas regiões de arenito, onde os níveis de matéria orgânica são muito baixos e as plantas dependem da adubação feita”.

Mostrando que uma boa adubação faz toda diferença, Weber montou alguns trabalhos na Estação Experimental de Paranavaí. Fez o plantio de uma parcela sem adubação e outras com volumes diferentes de adubo, inclusive o que normalmente é feito no Estado, cerca de 80 kg por hectare de nitrogênio e 130 kg de potássio. “Os melhores resultados foram obtidos com 120 kg de nitrogênio e 120 kg de potássio por hectare”, afirma.

A cana também teve excelentes resultados com adubações feitas com gesso, cálcio, magnésio e enxofre (os solos do Paraná são pobres neste nutriente), especialmente o arenito. Weber fez calagem no plantio e na terceira soca usou 500 kg de calcário e 250 kg de gesso por hectare como adubo, na linha de cana.

“O custo de implantação da lavoura é alto e normalmente a usina só passa a ter retorno a partir do terceiro ou quarto corte. Esta adubação permite que a cana soca dê um salto em produtividade e tenha mais três cortes no mínimo”, diz, ressaltando que bem nutrida, a cana tem longevidade. Caso contrário, tem que renovar a cada três ou quatro anos. “São experimentos que mostram que muita coisa tem que mudar, mas é preciso que sejam feitas mais pesquisa para validar”, complementa.

Adama mostra produtos e serviços

Presente ao Dia de Campo do Programa de Melhoramento Genético de Cana-de-Açúcar da UFPR, a equipe técnica da empresa Adama falou sobre os benefícios que sua linha de produtos pode oferecer e sobre os serviços que oferece para as empresas parceiras.

Dentre os produtos o destaque foi para o nematicida Nimitz, que vem sendo testado em campos demonstrativos nas usinas paranaenses. Segundo os técnicos da Adama, produto mostrou diferencial em relação à testemunha e concorrentes, com resultados maiores em termos de produtividade na cana planta e na cana soca. O nematicida age exclusivamente no nematoide, sendo seguro, menos tóxico que os existentes no mercado, controlando em todas as fases de desenvolvimento do inseto. A meia vida do produto no solo é de 60 a 90 dias e não deixa resíduo na planta.

Outro produto apresentado, o bioestimulante de terceira geração, Expert Grow, é usado no plantio para arranque mais rápido, crescimento das raízes e melhor perfilhamento. Produto natural, favorece ganhos constantes de produtividade.

A equipe também falou sobre os serviços oferecidos como o de captura de imagens em alta definição dos talhões de cana-de-açúcar através de Vants (veículos aéreos não tripulados), para identificação de áreas com falhas de plantio, plantas daninhas e solo exposto. Relatórios detalhados permitem correções pontuais e aumento de produtividade.

Outro serviço é o de instalação de uma estação meteorológica na propriedade das empresas visando coletar e armazenar os dados históricos de precipitação de chuvas e de temperatura, dando maior precisão às previsões e facilitando a tomada de decisão.

A Adama ainda oferece aos clientes um aplicativo para smartphones e tabletes, que conta com um amplo banco de fotos e informações referentes às principais doenças, plantas daninhas e pragas que atacam as lavouras brasileiras, além da possibilidade de interação com os agrônomos da empresa.

Outro aplicativo oferecido simplifica a recomendação de herbicidas em cana, combinando condições específicas de cada talhão para gerar a melhor recomendação de produtos, fazendo ainda um gerenciamento e controle do histórico de produtos aplicados e avaliação da eficiência de aplicações.